A Parashá da Minha Vida 🌻 Vaerá


 

 

 

VAERÁ

 

 

Moshe Rabeinu (Moisés, nosso mestre)

 

Moshe Rabeinu, o maior de todos os profetas, era filho do maior Tzadik da geração, a pessoa mais elevada espiritualmente da sua época. O pai de Moshe se chamava Amram e sua mãe Yoheved.

 

O Zohar nos conta que quando Moshe nasceu, sua casa se encheu de luz. Rabi Meir na Baraita nos conta que quando Moshe nasceu, sua mãe lhe deu o nome de “Tov” que quer dizer “bom”. Essa mesma linguagem aparece na Torá em relação à criação da luz”.

 

Os astrólogos e feiticeiros do faraó disseram que aquele que iria tirar nosso povo do Egito, receberia um castigo ligado à água.

 

Eles descobriram isso porque tinham um pequeno acesso a “fontes espirituais um pouco confiáveis”, ou seja, anjos do lado impuro e “demônios” ligados às idolatrias do Egito antigo.

 

Essas “fontes espirituais negativas” repassaram para os “assessores espirituais” do faraó inclusive o próprio dia do nascimento de Moshe. 

 

Sendo que essas fontes espirituais eram pouco confiáveis, os magos do Egito não conseguiram saber se Moshe seria um judeu ou um egípcio.

 

Eles queriam descobrir que Moshe iria receber um castigo ligado à água, mas não tinham como saber em qual etapa da vida de Moshe isso ocorreria.

 

Por isso, naquele dia que conforme o projeto deles Moshe Rabeinu teria nascido, o faraó decretou jogar todos os bebês recém nascidos no Rio Nilo, tanto judeus quanto não judeus.

 

Os magos do Egito também não pretendem descobrir que Moshe já tinha nascido três meses antes, sendo que ele nasceu de sete meses, três meses antes da data que eles previram.

 

Amram, o pai de Moshe, era um grande Tzadik (uma pessoa altamente elevada espiritualmente) e líder religioso do nosso povo. Ele e sua esposa Yoheved sabiam o que estava acontecendo no palácio do faraó, e as consequências disso para as crianças do nosso povo.

 

Yoheved teve uma ideia! Colocou Moshe em uma cestinha impermeável e o colocou no Rio Nilo para que os magos do Egito achassem que ele já havia morrido na água. Miriam, sua irmã, ficou perto para ver o que iria acontecer.

 

Os feiticeiros do Egito foram informados pelas fontes espirituais do lado impuro que aquele que vai nos tirar do Egito já está na água. Essa era a estratégia dos pais de Moshe, isso era o que eles queriam que acontecesse e conseguissem!

 

Nesse momento, o decreto de jogar todos os bebês no Rio Nilo foi anulado. O faraó chegou à conclusão de que essa criança estava morta, exceto se alguém tivesse tirado ela do Rio, e quem arriscaria a vida para fazer uma coisa daquelas?

 

O Midrash nos conta que a filha do faraó veio naquele dia mergulhar no Rio Nilo para se purificar das idolatrias do seu pai. Dizem nossos Sábios que ela veio se converter ao judaísmo, o Rio Nilo nesse caso foi o Mikve dela.

 

Quando uma pessoa faz uma coisa boa, esse mérito D’us dá a ela a oportunidade de fazer mais uma coisa boa para que ela ganhe mais méritos lá em cima e tenha um paraíso maior no futuro.

 

No mérito de ela ter vindo mergulhar no Rio Nilo para se tornar judia, ela encontrou a cestinha com Moshe que acaboua de ser colocada lá, uma verdadeira Divina Providência para os dois.

 

A princesa viu que Moshe estava chorando e pediu para suas ajudantes o amamentarem, mas ele não aceitou ser amamentado por elas. Miriam, a irmã de Moshê estava próxima a eles, e vendo isso ela disse para a filha do faraó que conhecia alguém que poderia amá-lo.

 

Sem contar para ela que Yoheved era a mãe biológica de Moshe, Miriam chega em casa com a própria princesa do Egito carregando Moshe são e salvo nas suas mãos.

Imaginem a emoção de Yoheved e Amaram de ver o seu filho querido voltando vivo para casa trazido pela própria princesa, a filha do Faraó que queria matá-lo.

 

A filha do faraó se chamava Bátya. Ela contratou a mãe de Moshe para amamentá-lo, e quando ele cresceu e desmamou, Yoheved o trouxe para a filha do faraó que o desenvolveu como um filho.

 

Batya era como se chamava a filha do faraó, a qual deu à criança o nome Moshe. A Torá nos explica que esse nome no hebraico clássico quer dizer que “ele foi tirado da água”. Moshe era um nenê superdotado e Yoheved já ofereceu seu marido Amram como professor particular para uma criança, e assim ele desmamou da mamãe e começou a estudar com o papai!

 

A Divina Providência por trás do nome de Moshê 

 

Rabi Haim Ibn Atar foi um grande Tzadik que nasceu em Marrocos e viveu em Yerushalaim (Jerusalém) há mais de três anos atrás.

 

Ele fez um estudo muito profundo sobre todas as escrituras judaicas, e escreveu uma explicação profunda chamada de Ora’h Haim.

 

Rabi Haim ibn Atar nos explicou que a filha do faraó não falava hebraico, e também com certeza não gostaria de publicar o fato de ela ter tirado a criança da água para não colocá-lo em risco em relação a seu pai.

 

E por isso, quando ela deu esse nome para ele, ela não tinha nenhuma intenção em dizer que ele foi tirado da água.

 

Mesmo assim, a Torá nos revela que o nome de Moshê está nos rebaixando o fato de ela tê-lo tirado da água e isso chamamos de Divina Providência.

 

Batya deu esse nome a ele pela Divina Providência. AShem (D’us) deu à ela a inspiração de dar esse nome na língua dela, porque esse nome na nossa língua e não na dela, tem esse significado, de ela tê-lo tirado da água.

 

Diz o Zohar que a Divina Providência nesse caso foi muito maior do que a própria Batya poderia imaginar.

 

O nome que ela deu para Moshe não está descendo somente que ela o tirou da água, mas também está nos revelando quem era Moshe em suas vidas anteriores

 

A palavra Moshe em hebraico é escrita por meio de três letras:

 

מ = mem

 

ש = canela

 

ה = ei

 

 

O hebraico clássico que é o idioma original dos dez pronunciamentos que por meio deles AShem (D’us) criou o mundo, é um idioma escrito da direita para a esquerda. Milhares de anos depois surgiram as escritas européias que escrevem ao contrário.

 

Batya, a filha do faraó, deu para Moshe um nome escrito em hieróglifos e não sabia que esse nome em hebraico clássico está trazendo que ela o tirou da água, e que quando o nome é lido de trás para frente, suas iniciais nos mostram as três reencarnações de Moshe.

 

 

A explicação do Zohar 

 

O Zohar nos explica que a letra “ei” que é a última letra no nome de Moshê nos mostra que Moshe em sua primeira reencarnação era Evel, o Abel da Torá, que foi morto por seu próprio irmão Caim.

A letra “shin” que é a letra do meio no nome de Moshê, nos mostra que em sua segunda reencarnação ele era Shet, o filho de Adam e Havá que nasceu 130 anos depois de Evel ter sido assassinado por Caim.

A letra “mem” que é a primeira letra no nome de Moshê vem nos mostrar que agora, em sua terceira reencarnação, ele é Moshe.

O fato de as duas reencarnações acima estarem incluídas no seu nome vem nos mostrar que ele não veio para o mundo somente para cumprir sua missão como Moshe, mas também para resolver questões relacionadas às reencarnações anteriores também.

Ainda sobre a Divina Providência, o nome Batya que era o nome egípcio da filha do faraó, em hebraico quer dizer “filha de D’us” descer o que nos conta a Guemará que ela não morreu, mas levantou viva para o Alto Paraíso no mundo superior, como a tradução da palavra “anjo” em aramaico é “filho de D’us

 

Aspectos Abel e Shet na Alma de Moshe 

 

Moshe cresceu na família real do Egito. Depois de ter contratado Yoheved, sua mãe, para amamentá-lo, a princesa contratou para ele os melhores professores de Torá, e com certeza, o melhor dos melhores que era o próprio Amram, pai de Moshe que era o líder daquela geração.

Sabemos isso porque quando Moshe cresceu e saiu do palácio do faraó para ver o que estava acontecendo com seu povo, ele viu um egípcio tentando assassinar um judeu a chicotadas.

O versículo usa a linguagem “e viu” duas vezes. Diz o Zohar que aqui se trata de um caso em que ele viu com seu Rua’h a kodesh, ele olhou e viu com sua visão espiritual.

Olhou para o egípcio que estava tentando assassinar aquele judeu e o “matou com seu olhar”. Por isso está escrito “e viu” pela segunda vez.

Moshe era a reencarnação de Abel, que foi assassinado por Caim e esse era o primeiro assassinato da história da humanidade.

Um dos motivos que Caim assassinou Abel foi porque quando Caim nasceu, com ele nasceu uma irmã gêmea, e com Abel nasceram duas.

Naquela segunda geração em um mundo recém-criado, eles se casariam com suas irmãs gêmeas, que naquele caso eram gêmeas tanto de corpo quanto de Alma.

Sendo assim, Caim teria somente uma esposa, enquanto que Abel, seu irmão, teria duas.

Caim assassinou seu irmão por acreditar que ele, como primogênito, teria que ter o dobro de tudo, inclusive o dobro de esposas.

Na opinião de Caim, o fato de Abel ter nascido com duas gêmeas foi um erro Divino que poderia ser consertado dessa forma, assassinando Abel e pegando somente uma das duas esposas de Abel para si próprio, fazendo o que seria na opinião dele politicamente correto!

Os dois se reencarnaram e chegou a hora da retificação daquelas Almas.

 

Moshe matou o egípcio que estava tentando assassinar um judeu por meio de um olhar ou por meio de um nome de AShem?

 

Moshe era a reencarnação de Abel e aquele egípcio que estava tentando assassinar um judeu para roubar a esposa dele era a reencarnação do nível Nefesh da Alma de Caim, o nível mais baixo que se reveste no corpo.

Ele se reencarnou para retificar o assassinato que fez na reencarnação anterior, e não só que não retificou esse assassinato, mas já estava prestes a repetir o que fez de errado, assassinando um judeu para roubar sua esposa.

A Parashá nos conta que antes de Moshe matar aquele egípcio ele olhou para cá e para lá.

Diz o Zohar que Moshe olhou com seu Rua’h a kodesh, ou seja, com sua visão espiritual, o que aquele egípcio tinha feito na reencarnação anterior.

 

E viu que, não só que ele não estava retificando o que fez antes, mas também que estava repetindo o erro que tinha feito na reencarnação anterior.

O Zohar nos conta que Moshe olhou para ele e ele morreu, fazendo assim a retificação daquela alma dentro da regra da Torá chamada de “medida por medida”.

Ou seja, se ele não se arrepende do que fez e não corrige o que tinha feito de errado, o que ele fez para o outro acontece para ele integralmente e sem nenhum desconto. E assim aquela alma fica retificada sem precisar fazer Teshuvá, sem precisar se arrepender do mal que fez.

Mas se ele tem remorso do que fez e corrige isso por meio de demonstrar que agora ele pensa de maneira correta em relação àquele mesmo assunto que antes ele pensava de maneira incorreta, ele transforma  a má ação que fez em Mitzvá.

Ou seja, aquela má ação se torna parte de uma Mitzvá que é a Mitzvá da Teshuvá.

E por isso, no lugar de ele receber um castigo pela má ação que fez, ele ganha um prêmio pela boa ação que fez, que nesse caso é a Mitzvá da Teshuvá, como vamos ver no caso de Ytró que era a reencarnação do nível Neshamá de Cain.

Diz o Midrash que Moshe falou um nome de AShem e a alma do egípcio saiu do corpo. Moshe não teria chegado a esse nível sem que tivesse estudado a Kabalá.

 

A tradução literal da palavra Kabalá é recebimento, ou seja, ela não é uma categoria da Torá que dá para estudar sozinho, mas é uma categoria da Torá repassada dentro do nosso povo de mestre para aluno de geração em geração.

E isso é mais uma prova de que Batya contratou Amram, pai de Moshe, para estudar com ele após ter contratado Yoheved sua mãe, para amamentá-lo.

Moshe em Midian

 

O caso de Moshe com o egípcio chegou até o palácio do faraó. Moshe foi condenado à morte e fugiu para Midian, um país que ficava próximo ao verdadeiro Monte Sinai, talvez na região onde hoje se encontra hoje a Arábia Saudita.

Chegando ao poço da cidade, local onde os pastores traziam os rebanhos para beber água, as filhas de Ytró chegaram com o rebanho de seu pai sendo hostilizadas pelos pastores de Midian.

Moshe as salvou dos pastores, e deu água para o rebanho delas. Quando elas voltaram para casa, Tzipora, filha de Ytró e futura esposa de Moshe, disse à seu pai que um egípcio as salvou dos pastores.

Ela sabia que ele era um judeu porque nosso povo era uma etnia muito diferente da etnia dos egípcios, então, por que ela o chamou de egípcio?

 

Diz o Zohar que aqui também aconteceu um caso de extrema Divina Providência.

Muitas vezes nossos Sábios usam uma linguagem chamada de: “profetizou, mas não sabia o que profetizou”. No caso de Tzipora, diz o Zohar que por trás da linguagem dela se encontra uma indicação para a Divina Providência, como aconteceu com Batya em relação ao nome de Moshe.

O que ela “disse sem saber o que disse” é que “um egípcio”, ou seja, o egípcio que Moshe matou e por isso teve que fugir para Midian, ele a salvou dos pastores.

Ou seja, aquele egípcio fez com que Moshe encontrasse sua Alma gêmea e ela o encontrasse também e não precisasse se casar com alguém que estivesse somente procurando uma “ovelha para cuidar”.

O Midrash nos conta que Ytró, que era o sacerdote de Midian, chegou a conclusão de que o judaísmo é a religião verdadeira. Ele deixou a idolatria e se aproximou do judaísmo.

Por isso ele foi boicotado e ameaçado de morte pelo seu povo, e por isso ele teve que mandar suas próprias filhas para levar o seu rebanho para pastar.

Diz o Zohar que Ytró era a reencarnação do lado bom de Caim e sua filha Tzipora era a reencarnação daquela gêmea de Abel, que por causa dela ele foi assassinado por Caim. Agora acontece uma verdadeira retificação de Almas.

Ytró que é a reencarnação de Caim, salva a vida Moshe, que na reencarnação anterior era Abel que foi assassinado por ele.

 

E não só isso, mas também devolve para ele sua Alma gêmea que roubou na reencarnação anterior, Tzipora que foi o pivô da briga entre Caim e Abel.

 

O ARBUSTO INCANDESCENTE

 

Moshe se tornou o pastor dos rebanhos de Ytró. Um dia um carneirinho fugiu do rebanho e Moshe correu atrás dele até o Monte Sinai.

Daqui vemos uma grande proximidade entre o verdadeiro Monte Sinai e Midiã, nos mostrando que o Monte Sinai de hoje não é nada mais do que um erro histórico, e com certeza não é o Monte Sinai da Torá.

Quando Moshe alcançou o carneirinho, no lugar de bater nele como faria qualquer pastor depois de uma corrida daquelas, ele pegou o carneirinho no colo porque o carneirinho estava cansado de tanto fugir.

Esse era o teste que Moshe precisava passar para se tornar oficialmente o pastor das ovelhas de AShem, para se tornar o líder do nosso povo.

Moshe era um grande cabalista. Ele viu um arbusto pegando fogo, mas o fogo estava alimentando o arbusto no lugar de destruí-lo.

Moshê sabia que isso só pode acontecer nesse mundo quando acontece nele a revelação Divina no nível da Sefirá chamada de “Keter” que está acima das Dez Sefirót.

Nela os opostos não só que não se neutralizam mas também se acrescentam.

Moshe se moveu do arbusto incandescente. AShem (D’us) se revelou para ele, e pediu para ele tirar os sapatos porque aquele lugar naquele momento era um lugar sagrado por causa da revelação Divina que estava acontecendo lá naquele instante.

Diz o Ari a Kadosh que o motivo de tirar os sapatos representa que tudo o que vai acontecer na continuação será de maneira sobrenatural.

AShem pediu para Moshe voltar para o Egito para tirar nosso povo de lá.

Moshe perguntou para AShem com qual nome ele vai se revelar no Egito, sendo que cada nome de AShem representa um nível de revelação Divina diferente.

D’us revela para Moshe um nome de quatro letras começando com a letra א Alef . Diz o Ari a Kadosh que esse nome representa a revelação Divina no “Keter”. Ou seja, a revelação Divina no Egito será sobrenatural, chegando até o nível do “Keter”.

As dez traduções no Egito tem uma ligação com as Dez Sefirót gradativamente e de baixo para cima até chegar à abertura do mar vermelho que está ligada à revelação Divina no nível “Keter”.

 

Como as divindades sobrenaturais se revelam no nosso mundo

 

Moshe foi para o Egito e repassou o pedido Divino para o faraó usando o nome de AShem de quatro letras começando pela letra “Yud”. O faraó respondeu que não conhece esse D’us e por isso não vai deixar o nosso povo sair do Egito.

Os exemplos antigos eram os maiores estudiosos de todos os assuntos religiosos, e quando Yossef se encontrou com o faraó, e usou o nome de AShem nível “Mal’hut” que é o nome Elokim” e representa a Revelação Divina na décima Sefirá na qual os povos do mundo também podem ter acesso, o faraó não falou que não conheceu esse D’us.

Mas um nível de revelação Divina sobrenatural representado pela Revelação Divina no nível das Sefirót que estão acima da Mal’hut, sendo representado pelo nome de AShem de quatro letras começando com a letra Yud, esse nível de Revelação Divina o faraó não conhecia

.

o aumento da escravidão? responde a Moshe que esse nível de revelação Divina não teve precedente na época dos nossos patriarcas e funciona da maneira que se revelou agora, começando com uma grande descida antes dos imensos milagres sobrenaturais se revelarem.

A Gueulá, a redenção do Egito, já havia começado, a Gueulá já havia descido para o mundo, e dessa forma ela começa a se revelar.

Quanto maior a intensidade do milagre que se aproxima, maiores são os sofrimentos que antecedem esses milagres.

Se vemos os sofrimentos aumentando, sabemos que o milagre sobrenatural ligado àquele assunto já aterrissou neste mundo, e depois de ele passar pela etapa de abertura da “embalagem”, chegamos à etapa de recebermos o presente que se encontra dentro dela que é uma imensa humildade Divina revelada.

AShem conta para Moshe sobre o nível de revelação Divina que teve nossos patriarcas e o nível de revelação Divina extremamente superior que vai acontecer agora….

Não perca o próximo capítulo…

Shabat Shalom
Rabino Gloiber
Sempre correndo, mas sempre rezando por você
www.RabinoGloiber.org