בְּהַעֲלֹתְךָ

Nossa Parashá nos conta sobre Miriam, irmã de Moshe, que era uma das sete profetisas que nosso povo teve.
Nossas sete profetisas foram:
Sarah, Miriam, Dvorá, Hana, Abigail, Huldá e Esther.
Cada uma dessas sete profetisas está ligada a uma Sefirá lá em cima representada pelas sete velas de azeite da Menorá
Sarah
Sarah, nossa primeira matriarca, está ligada à Biná que é a fonte do aspecto feminino da Alma. Sarah é chamada de “a mãe das profetizas”.
Miriam
Miriam, irmã de Moshe, está ligada à Hessed.
Por isso, no mérito dela uma quilométrica fonte de água, que tinha pelo menos o tamanho de uma grande represa, seguia o nosso povo no deserto e serviu como abastecimento de água para todo o nosso povo durante os quarenta anos que estávamos no deserto.
A água é a principal característica da Sefirá chamada de Hessed.
Dvora
Dvora está ligada à Sefirá chamada de Guevurá, ela era a quarta pessoa a ocupar o cargo de juiz do nosso povo antes de termos um rei, uma função ligada diretamente à Sefirá chamada de Guevurá que representa a rigidez e a severidade. Naquela época o juiz era a autoridade máxima do nosso povo.
Ela acompanhou o general Barak na principal guerra daquela época. No mérito dela nosso povo venceu aquela guerra e uma mulher chamada de Yael que era dos descendentes de Ytró conseguiu matar Sisrá, o general inimigo, e assim a guerra terminou.
Dvorá foi a juíza do nosso povo durante quarenta anos na época dos juízes há mais ou menos 3.250 anos atrás
Hana
Hana está ligada à Sefirá chamada de Tiféret, que é traduzido como beleza.
A Tiféret é uma categoria de bondade superior à Hessed mas diferente dela, fazendo com que as duas sejam necessárias sendo que cada uma é uma bondade de um aspecto diferente.
A Hessed é representada pela expansão, e essa expansão torna a Guevura necessária para contê-la.
Sendo que a Guevura se torna necessária por causa da Hessed, podemos dizer que a Hessed dá origem à Guevurá.
Ou seja, depois de uma grande chuva vem uma grande enchente, e a Guevurá se torna necessária para separar entre as “águas de cima” e as “águas de baixo”.
Os limites causados pela Guevura trazem a necessidade da existência da Tiféret que é novamente uma expansão, mas uma expansão na medida certa.
Podemos dizer que a Guevura dá origem à Tiféret que é a verdadeira bondade, a bondade na medida certa, nem menos do que você precisa e nem mais.
A Tiféret é a roupa do tamanho do seu corpo, o sapato no número certo, nem apertado que pode deformar o seu pé e nem largo a ponto de você escorregar dentro dele.
Por isso a Tiféret é mais bondade do que a bondade, porque ela é uma bondade que dela não sai coisa ruim, ela é a bondade sem “efeitos colaterais”.
Podemos dizer que a diferença básica entre a Hessed e a Tiféret é que a Hessed é uma bondade em quantidade e a Tiféret é uma bondade em qualidade.
Hana, a mãe do profeta Shmuel foi uma pessoa que sofreu muita pressão dentro da família. Passou por uma longa situação de Guevurá.
A consequência disso foi o surgimento da Tiféret que vem automaticamente depois da Guevurá e é uma bondade que dela não sai nada de ruim, uma bondade constante.
No mérito desses sofrimentos ela se tornou a mãe do profeta Shmuel, e com a alegria do nascimento dele ela chegou ao mesmo nível de profecia do rei David que seria ungido como rei de Israel pelo seu próprio filho, o profeta Shmuel.
Avigail
Avigail que foi a esposa de Naval que era uma pessoa muito cruel, e depois que ele faleceu ela se tornou esposa do rei David está ligada às Sefirót Netza’h e Hod
A Netza’h, traduzida como vitória e eternidade, é um tipo de bondade diferente da Hessed e da Tiféret.
A principal característica da Netza’h é fazer o bem à alguém mesmo contra a vontade dessa pessoa.
Essa foi a característica de Moshe Rabeinu que tirou nosso povo do Egito e os conduziu para a terra prometida, mesmo quando muitos do nosso povo não queriam sair de lá, ou mesmo depois de já terem saído queriam voltar para lá.
A Hod, traduzida como esplendor, conformação ou concordância, é um tipo de Guevurá diferente da Sefirá chamada de Guevurá pelo fato de a Hod ser uma Guevura introvertida que se expressa por meio de a pessoa aplicar esse tipo de Guevurá para corrigir a si própria.
Essa foi a principal característica de Aharon, irmão de Moshe, que nunca atribuía sua grandeza à si próprio, mas sempre concordava que toda sua grandeza é de AShem (D’us) e ele é um simples funcionário que presta um serviço para Ele.
Huldá
Huldá viveu no reino da Judéia há aproximadamente 2.650 anos atrás. Dizem nossos Sábios que ela se tornou uma profetiza no mérito da Tzedaká que fazia seu marido que se chamava Shalum ben Tikva.
Shalum ben Tikva ficou famoso por sua bondade. Mesmo sendo uma pessoa importante, ele se encontrava sempre nos portões da cidade distribuindo água aos viajantes que chegavam sedentos à cidade, fazendo com que essas pessoas revivessem. Nesse mérito, sua esposa Huldá se tornou uma profetiza.
Sendo que no mérito da Tzedaká do seu marido ela se tornou uma profetiza, o vínculo dela é com a Sefirá chamada de Yessod que é a Sefirá que repassa a fartura e abundância do mundo superior para a Mal’hut que vai transformar essa fartura e abundância em bens materiais repassando tudo isso para o nosso mundo.
No dia em que Shalum ben Tikva faleceu, todas as pessoas acompanharam seu enterro para o cemitério que ficava fora da cidade.
Nessa hora uma tropa inimiga se aproximou. As pessoas entraram em pânico, jogaram o corpo de Shalum ben Tikva em cima do túmulo do profeta Elishá (Eliseu) e voltaram correndo para a cidade.
Ao cair sobre o túmulo do profeta Elishá, Shalum ben Tikva ressuscitou e saiu correndo para a cidade junto com eles.
Dessa forma o profeta Eliahu (Elias) cumpriu o que prometeu para Elishá, de que tudo o que fez Eliahu, Elishá iria fazer em dobro.
Eliahu tinha ressuscitado um morto e Elishá também. Agora Elishá ressuscitou o segundo morto e assim a promessa de Eliahu para com ele se cumpriu.
Shalom ben Tikva, ressuscitado e em boa forma, voltou para casa e continuou fazendo todas as bondades que fazia antes, e agora com muito mais energia.
Depois de ter ressuscitado, Shalom ben Tikva e sua esposa Huldá a profetiza tiveram um filho chamado Hanamel ben Shalum, primo do profeta Yermiahu (Jeremias).
A Guemará nos conta que Huldá a profetiza e sua família eram descendentes de Rahav, a prostituta de Yeri’hó (Jericó) que se converteu ao judaísmo e se casou com Josué, que foi o sucessor de Moshe Rabeinu.
Entre os descendentes de Rahav estão oito profetas, todos Cohanin (linhagem sacerdotal).
Os oito profetas são Neria, Baru’h, Sraya, Ma’hseya, Yermiahu (Jeremias) Helkya, Hanamel e Shalum.
Ester
Ester, a sétima profetiza está ligada à Sefirá chamada de Mal’hut, tanto pelo fato de ela ter sido a última profetisa quanto pelo fato de que na sua época a profecia terminou.
A esposa do maior de todos os profetas
Nossa Parashá nos conta que Tzipora, a esposa de Moshe, ficou com dó das esposas dos novos profetas, sendo que ela achava que agora que seus maridos chegaram ao nível de profecia, não teriam mais contato físico com elas.
Tzipora achava que todos os profetas chegariam rapidamente ao nível de Moshe, e devido a intensidade da revelação Divina que poderia acontecer para eles a qualquer momento, esses novos profetas estariam sempre de prontidão e não teriam a possibilidade de se relacionarem com suas esposas.
O erro de avaliação de Tzipora foi o de ela achar que qualquer pessoa poderia chegar facilmente ao nível de “Tzadik a dór” que é o maior Tzadik da geração como era seu marido.
Tzipora não sabia que pelo fato de seu marido estar nesse nível tão elevado que é um nível acessível a uma única pessoa em cada geração, ninguém mais teria a possibilidade de chegar lá enquanto ele estivesse vivo.
Ou seja, todo o tempo que Moshe estivesse vivo, a única pessoa que teria a preocupação de seu marido não se relacionar com ela seria a própria Tzipora, e não as esposas dos novos profetas.
Tzipora não fez nada de errado em avaliar que qualquer pessoa pudesse chegar rapidamente ao nível de Moshe, seu marido.
Aaron e Miriam também eram respectivamente profeta e profetiza e mesmo assim tinham tempo para viver com seus cônjuges.
Moshe era o irmão mais novo deles e eles contestaram o comportamento de Moshe achando que todos os profetas são iguais e Moshe não é exceção.
Quase que eles tinham razão!
Mas…nessa hora AShem se revelou para os três, Moshe Aharon e Miriam, e mostrou para eles que existem níveis diferentes de revelação profética.
Essa passagem aparece em uma linguagem exclusiva que é explicada pelo Zohar e pela Guemará :
A profecia não é somente uma informação Divina mas para ela acontecer ela tem que se incorporar no mundo causando uma transformação nele.
Para a profecia se incorporar no mundo ela tem que primeiramente ser incorporada pelo profeta e por meio dele ela se reveste no mundo material causando a mudança da natureza naquele assunto específico que foi profetizado.
A revelação e incorporação da profecia para Moshe Rabeinu era direta, como alguém que olha por uma janela de vidro transparente e vê claramente o que há do outro lado, uma profecia clara e objetiva, na linguagem dos nossos Sábios “Aspaklaria Meirá” (vidro transparente).
A revelação da profecia para todos os outros profetas é oculta e indireta, um nível mais baixo, e também levando em consideração a capacidade do profeta de incorporá-la .
Nesse caso ela acontece por meio de visões e sonhos, por meio de exemplos e enigmas, como alguém que olha para um espelho que reflete a imagem e não está vendo ela diretamente mas sim um reflexo dela que tem que ser decifrado, na linguagem dos nossos Sábios “Aspaklaria Sheeina Meirá” (um vidro que não é transparente).
(Algumas palavras no aramaico falado em Israel na época da Guemará tem origem no latim por causa da colonização romana em Israel, provavelmente a palavra aspaklaria vem de “specularia” que em latim é o vidro da janela).
Critérios básicos para que uma profecia aconteça
A Revelação Divina só acontece em um lugar adequado, em um ambiente adequado e sobre uma pessoa adequada para recebê-la, e também tem que ser de acordo com o nível que o profeta pode incorporar senão ele não sobrevive à própria profecia.
O profeta Yoná (Jonas) tentou fugir para o “lugar inadequado”, ou seja, para fora da Terra Santa, para que a profecia em relação à Nínive não descesse ao mundo por meio dele.
Nahar Kvar, o rio que “já foi”
O profeta Yehezkel recebeu sua profecia na Babilônia, lugar inadequado, como ele próprio diz :- “e eu estou dentro da Golá (exílio) sobre o rio Kvar.
Explica Rashi que dentro da “Golá” quer dizer fora da terra de Israel.
Diz o Zohar que se não fosse o próprio acontecimento comprovando que isso aconteceu não saberíamos que isso poderia acontecer.
A Guemará no tratado de Moed Katan nos conta que a profecia não paira sobre o profeta fora da terra de Israel e explica que quando o profeta Yehezkel diz que estava no rio “kvar” na Babilônia ele está indicando assim que a profecia dele já tinha começado antes.
A palavra kvar quer dizer que já foi ou já estava, nos indicando que essa profecia já começou a acontecer antes, na terra de Israel (essa é a segunda explicação de Rashi lá).
Rashi explica essa passagem da Guemará também de outra forma, que a palavra kvar (já foi) quer dizer que a profecia do profeta Yehezkel mesmo sendo desde o começo fora da terra de Israel, “já foi” mas não será mais dessa forma
Diz o Zohar em Le,’h Le’há que aquela profecia aconteceu na Babilônia como exceção de regra porque o povo de Israel precisava dela naquela hora por causa dos grandes sofrimentos que eles estavam passando
Dessa linguagem entendemos que o Zohar não opina como Rashi mas sim que a profecia pode acontecer às vezes, quando necessário, fora da terra de Israel, principalmente por causa dos sofrimentos do nosso povo.
E até Rashi que diz que o profeta Yehezkel não teve outra profecia porque estava fora da terra Santa, não determina que isso está impedido de às vezes acontecer.
Da linguagem do Zohar em Ytró vemos que ele opina que a profecia pode acontecer fora da terra de Israel também de maneira fixa para comunicar ao povo as palavras Divinas.
O Rambam nos trás essa lei na prática, e aparentemente ele opina como o Zohar em Ytró, sendo que o Rambam abrange todos os detalhes sobre o assunto das profecias mas omite o fato de que estar na terra de Israel seja uma condição.
Avraham Avinu, nosso primeiro patriarca era a pessoa adequada no lugar adequado, mas Lot estava morando ao lado dele e se comportando como em Sodoma, fazendo com que o ambiente ficasse inadequado .
AShem se revelou para Avraham naquele mesmo lugar somente depois que Lot saiu de lá e foi morar em Sodoma, e o ambiente de Avraham voltou a ser adequado.
Mesmo assim a profecia era somente no nível que ele tinha a capacidade de incorporar.Yaakov Avinu, nosso terceiro patriarca teve uma revelação profética quando fugiu de Essav.
Essa revelação foi por meio de um sonho que é o nível mais baixo do recebimento de uma profecia.
Diz o Zohar que o motivo disso foi o fato de Yaakov ainda não estar casado, e mesmo estando em Beit E-l, lugar adequado, ainda não era a pessoa totalmente adequada por estar solteiro.
Depois que ele se casou em Haran, teve uma revelação profética novamente por meio de sonho, aí ele já era a pessoa adequada mas o lugar, Haran na Síria, fora da terra de Israel, não era adequado e por isso o nível da profecia foi o mais baixo.
Quando ele voltou casado, para a “Terra Santa”, a revelação profética já aconteceu para ele estando acordado e por meio de uma visão.
Mas ela ainda era no nível dos patriarcas, não tinha chegado ao nível de Moshe.
O Zohar nos conta que esse nível só foi alcançado porque seu pai Itzhak já havia falecido, mais um critério na profecia: enquanto o “Tzadik a dór”, o maior Tzadik da geração, está vivo, ninguém chega ao nível dele.
Ou seja, enquanto um profeta está no mais alto nível possível da sua época, outro profeta não tem como acessar à esse nível.
Diz o Zohar que Moshe teve o maior de todos os níveis de profecia.
Ele incorporava a revelação profética para trazê-la ao mundo diretamente, em pé e com toda a sua força e energia, ele via a revelação claramente.
Diferente dos outros profetas que na hora de incorporar a profecia caíam sobre suas faces, enfraqueciam e não tinham a capacidade de incorporar a profecia claramente.
E qual era o motivo dessa fraqueza? Diz o Zohar que era pelo fato de o “anjo de Essav” ter ferido a perna de Yaakov e Yaakov ter saído mancando desse acontecimento.
Espiritualmente o anjo ”sugou” a força das pernas de Yaakov causando com que depois disso nenhum profeta conseguisse incorporar, trazer para esse mundo a profecia do que AShem vai fazer para os “Bnei Essav”. E se a profecia não descesse ela não aconteceria
Don Itzhak Abarbanel escreveu que os Bnei Essav são os povos da Europa e suas ramificações coloniais étnicas.
Somente o profeta Ovadiau (Abadias), um profeta que originalmente se converteu ao judaísmo e era proveniente de Edom que eram os descendentes diretos de Essav, conseguiu incorporar a profecia do final dos Bnei Essav.
Porque sobre ele o assunto espiritual do anjo de Essav não recaiu pelo fato de ele ser um “guer”, (alguém que se converteu ao judaísmo) dos Bnei Essav.
Ele pôde incorporar claramente a profecia do final de Essav e não enfraqueceu, e nenhum outro profeta pôde incorporar isso.
Por isso o profeta Ovadiau (Abadias) recebeu a profecia por exceção de regra sendo que uma das regras para que a profecia paire sobre o profeta é a de que ele tenha nascido dentro do nosso povo.
Moshe é a excessão de todas essas regras por estar em um nível tão alto que poderia incorporar claramente qualquer revelação sem enfraquecer.
Diz o Zohar que Moshe recebia a profecia em um nível de Sefirat HaTiferet de Atzilut , nível espiritual que nenhum profeta teve acesso
Diz o Ari Zal que o Mashia’h vai ser a reencarnação de Moshe Rabeinu e vai revelar para todos nós as maravilhas ocultas da Torá.
Tzaraat, o castigo para quem faz um erro de suspeita
A Parashá nos conta que Miriam, por ter falado de Moshe ficou “metzoraat” como neve por uma semana.
A tzaraat não é um tipo de lepra, não é uma doença mas sim uma manifestação espiritual
Don Itzhak Abarbanel nos conta que se a tzaraat fosse doença a Torá pediria para encaminhar o portador dela para o médico sendo que a Torá deu permissão, ou seja, deu uma força espiritual para o médico curar.
No caso da tzaraat a pessoa não é levada para o médico em nenhuma etapa mas é feito um diagnóstico pelo Coen (o sacerdote) e no final um ritual religioso.
A fonte desse erro de tradução que entrou na nossa cultura são os padres portugueses que traduziram a Torá na idade média, e vendo que está escrito “metzoraat como neve” traduziram erroneamente a tzaraat como lepra.
Don Itzhak Abarbanel também nos conta que se a tzaraat fosse doença ela seria encontrada em seres humanos, e o fato de a mesma manifestação aparecer igualmente nas paredes de pedra que são de origem mineral, nas roupas de linho que são de origem vegetal, nas roupas de lã que são de origem animal, e nas pessoas, é mais uma prova de que ela é um assunto espiritual e não um tipo de lepra.
Ou seja, você pode espirrar na frente da parede que ela não vai pegar o seu resfriado !
Em algumas traduções da Torá esse erro já está corrigido e a maior dificuldade em corrigí-lo é assumir que isso é um erro que erramos sessenta anos em seguida, mas “antes tarde do que mais tarde”!
Cada um de nós pode fazer um erro de avaliação
Aprendemos daqui que se até Miriam a profetiza fez um erro de avaliação em relação à alguém tão próximo à ela como o próprio irmão, quanto mais nós que estamos longe de estar no nível dela.
Então o certo é sempre nos apoiar no ”benefício da dúvida” e julgar o nosso próximo de maneira positiva, e mesmo quando não temos a mínima dúvida temos que saber que talvez o fato de não termos dúvida é por nossa falta de informação, como foi no caso de Miriam.
Então,
com o benefício da dúvida ou até mesmo quando não há dúvida nenhuma temos que julgar o nosso próximo somente de maneira positiva e assim também seremos julgados lá em cima
Rabino Gloiber
Sempre correndo
Mas sempre rezando por você ❤️🥰🌻








