Mensagem da Parashá

Shoftim


Nossa Parashá é Shoftim

 

D’us a essência do bem e a natureza de quem é bom é fazer o bem, e toda a intenção Divina é sempre a de nos ajudar de todas as formas possíveis e imagináveis.

 

Mesmo que às vezes, para o nosso bem, essa ajuda se compara à uma mãe bondosa e generosa, mas junto a isso obrigada a trocar a fralda da criança contra a vontade da própria criança que preferiria continuar com a fraldinha “cheia” sem estar consciente do que isso poderia causar para ela…

 

E sendo Moshe Rabeinu o mais humilde de todos os homens que já existiram sobre a face da terra, o líder que não pensa no próprio bem, mas somente no bem do povo, como pode ser a linguagem da Torá às vezes tão ameaçadora ?

 

A ponto de dar uma impressão de D’us e de Moshe totalmente contrária ao que vimos anteriormente, dando margem a erros de avaliação de achar que D’us é cruel, o que é o contrário da essência Divina.

 

A resposta para isso está na nossa Parashá, que diz: “…e todo o povo vai escutar e ver, e não vão fazer o mal novamente”.

 

Ou seja, a Torá faz uma enorme propaganda da gravidade de certos assuntos para que o povo fique longe das coisas erradas.

 

Contudo, essa linguagem preventiva não deve nos dar a impressão de D’us como alguém autoritário e rancoroso, ou de Moshe como um líder severo.

 

Mas a cada instante devemos nos lembrar de que D’us é a essência do bem e a natureza de quem é bom é fazer o bem, e toda a intenção Divina é sempre a de nos ajudar de todas as formas possíveis e imagináveis.

 

Moshe sempre foi e sempre será o mais humilde de todos os homens, o líder bondoso, sempre pensando no bem de todos nós.

 

É importante sempre nos lembrarmos disso e também repassarmos para as crianças o conceito certo desde o começo para não causar um trauma para as nossas crianças de terem uma idéia errada do que é D’us e de quem é Moshe.

 

Nossa Parashá nos conta sobre os direitos e deveres do Rei, terminando com o versículo de que esses direitos e deveres são para que ele tenha um longo reinado.

 

Imediatamente depois disso, a Parashá conta sobre direitos e deveres do Cohen e do Levi. O denominador comum entre eles é o de que eles têm o patrocínio do povo.

 

Sobre o rei está escrito que ele não pode ter mais cavalos do que o necessário, ou seja, realeza não é exibicionismo.

 

O Rambam diz que hoje em dia, todos aqueles que se dedicam ao estudo e ensino da Torá e à divulgação do judaísmo estão fazendo o trabalho daquela tribo de Levi que ensinava a Torá para o povo, e portanto podem receber o patrocínio do povo.

 

Como o Levi que não recebeu uma parte na terra de Israel mas a parte dele era o trabalho Divino patrocinado pelo povo.

 

O Rebe nos conta que o motivo desse denominador comum é o de nos ensinar que da mesma maneira que o rei não poderia ter mais cavalos do que o necessário, também as pessoas que se ocupam com o estudo e ensino da Torá e a divulgação do judaísmo tem o direito de receber o patrocínio da comunidade, mas junto à isso também tem todo o dever de usar esse patrocínio apenas da maneira correta.

 

🌻🌻🌻🌻

 

Nossa Parashá diz: “Seja Tamim com Hashem seu D’us.” A palavra “Tamim” quer dizer: inocente, puro, simples, íntegro.

 

O Shul’han Aru’h coloca esse versículo na prática determinando que não é permitido para nós judeus consultarmos astrólogos, e quanto mais feiticeiros e videntes.

 

A Guemará nos conta que quando nasceu o grande Sábio de Israel, Rabi Na’hman bar Itzhak, os astrólogos disseram para a mãe dele :- Seu filho vai ser um ladrão!

 

Ouvindo isso, ela decidiu que nunca iria deixar ele andar com a cabeça descoberta, e dizia para ele :- cubra a sua cabeça para que você tenha “Irat Shamaim”, temor à D’us, e peça sempre à D’us para que o seu “yetzer hará”, sua má inclinação, não te domine.

 

Ele não sabia porque ela insistia tanto nisso. Certo dia ele estava sentado embaixo de uma tamareira que não era dele, e a “glimá”, a kipá da época, que cobria a cabeça dele, caiu.

 

O “yetzer hará” despertou, e por incrível que pareça ele conseguiu escalar a tamareira e arrancar um cacho de tâmaras com os próprios dentes!

 

Afinal de contas, ele continuou seguindo os conselhos da sua mãe e se tornou um dos maiores Tzadikim da Guemará e Rosh Yeshivá de Pumbedita, uma das comunidades judaicas mais importantes da Babilônia.

 

Surge a pergunta:

 

Se é proibido consultar os astrólogos, porque a mãe de Rabi Na’hman bar Itzhak levou em conta o que eles disseram e fez com que ele se esforçasse tanto para que isso não acontecesse?

 

O próprio Shul’han Aru’h, na continuação desse assunto nos conta que, nas coisas que já sabemos que o “Mazal”, o destino, não é bom, temos que levar isso em conta e nos proteger, e não confiar em um milagre.

 

Mas o que é proibido fazer é o ato de nós próprios verificarmos as coisas dessa maneira.

 

Ou seja, se os astrólogos da Babilônia verificaram isso para ela, mesmo que ela, por motivos religiosos, não pediu para eles verificarem.

 

Ou seja, quando a coisa já está verificada, temos que fazer o que precisamos para nos proteger e não esperar por um milagre.

 

Conclusão: Não tenha vergonha de andar na rua com a kipá, pode ser um boné também, porque isso nos traz “Irat Shamaim”

 

🌻🌻🌻🌻

 

Leitura de mãos

 

Os livros de Kabalá trazem assuntos como leitura de mãos.

 

O fato de isso estar na Kabalá mostra que isso não entra nessa proibição mas diz o Rebe que isso se refere somente à alguém que tem esse recebimento de Kabalá prática de mestre para aluno desde a época em que os livros de Kabalá que tratam desse assunto foram escritos.

 

Mas diz o Rebe, hoje em dia já não existem mais pessoas que tenham esse recebimento direto, e sendo que nesse caso não adianta estudar diretamente dos livros, a leitura de mãos atualmente é inválida.

 

🌻🌻🌻🌻

 

Nossa Parashá diz que devemos colocar juízes e guardas em todos os nossos portões.

 

O Rav Haim Vital que foi o principal aluno do Ari ZaL nos conta que a palavra portões aparece aqui no plural para nos indicar uma coisa mais profunda:

 

Os portões do nosso corpo!

 

1- O portão da visão, que são nossos olhos:

 

Não olhar para coisas que a Torá, nosso referencial do que é luz e o que é escuridão, recomenda não olharmos, principalmente hoje na era do internet !

 

2- O portão da audição que são nossos ouvidos:

 

Não dar ouvidos a coisas inadequadas como ouvir leshon hará, ouvir alguém falando mal das pessoas (principalmente hoje, na era da informação).

 

3- O portão da fala que é a nossa boca:não falar coisas feias e nem “leva e traz”, falar “leshon hará” (principalmente hoje na nossa era do Facebook).

 

4- O portão do olfato que é o nosso nariz:

 

Não cheirar o perfume da pessoa proibida à você (bons e velhos tempos quando não havia poluição e nem rinite alérgica).

 

5- O portão do tato, do contato físico, que são nossas mãos e pés:

 

Não tocar a pessoa proibida (fácil), não ir à um lugar inadequado que pode nos despertar desejos proibidos (principalmente na era do entretenimento).

 

Quando protegemos nossos “portões” das coisas ruins recebemos um enorme presente de Hashem, como diz o profeta Yashaiahu :

 

-“Abram os portões e entre o povo sagrado … ”Quando fechamos os nossos “portões” para as coisas ruins os portões celestiais se abrem para nós e ganhamos no paraíso futuro 310 mundos paradisíacos no qual cada mundo tem um portão que se abre para nós.

 

Continua o rav Haim Vital que daqui para o paraíso celestial existem muitos tipos de “anjos” que tentam nos impedir de chegar lá, também os sete céus tem muitos e muitos portões com muitos guardas celestiais em cada portão e portão.

 

Depois dos 120 quando a nossa Neshamá deixa esse mundo (e infelizmente hoje em dia os 120 estão ficando modo de falar) esses anjos nos verificam.

 

Se tivermos mérito, eles abrem os portões e nos deixam entrar.

 

Se não tivermos, eles nos empurram para fora e trancam os portões na nossa frente não nos deixando entrar.

 

Por isso devemos ter a sabedoria de demarcar nossos limites e proteger nossos “portões”. Quando nos conscientizamos disso durante a nossa vida neste mundo teremos o mérito de todos os portões celestiais serem abertos para nós no mundo vindouro.

 

Rabino Gloiber
Sempre correndo
Mas sempre rezando por você

 

 

Astrologia e leitura de mãos na visão judaica

Astrologia e leitura de mãos

 

A Guemará nos conta que quando nasceu o grande Sábio de Israel, Rabi Na’hman bar Itzhak, os astrólogos disseram para sua mãe:- seu filho vai ser um ladrão!

 

Ela nunca o deixou andar com a cabeça descoberta, e dizia sempre para ele:- Cubra a sua cabeça para que você tenha “Irat Shamaim” (temor à D’us), e peça sempre à D’us para o seu “yetzer hará” (má inclinação) não te dominar

 

Ele não sabia por que ela insistia tanto nisso.

 

Um dia ele estava sentado embaixo de uma tamareira (que não era dele) e a “glimá” (a kipá da época) que cobria a cabeça dele caiu

 

O “yetzer hará” despertou nele, ele escalou aquela tamareira que não era dele e arrancou dela um cacho de tâmaras com os próprios dentes, prova de que os astrólogos estavam certos!

 

Claro que depois disso ele colocou a Kipá de volta e foi devolver o cacho de tâmaras para o seu dono, mas vemos dessa “recaída” que os astrólogos estavam certos em relação à ele

 

Afinal das contas ele continuou seguindo os conselhos de sua mãe e se tornou um dos maiores Tzadikim da Guemará e Rosh Yeshivá de Pumbedita (em aramaico Boca do Rio) que era uma cidade importante da Babilônia antiga

 

Surge a pergunta: Se é proibido consultar os astrólogos, porque a mãe de Rabi Na’hman bar Itzhak levou em conta o que eles disseram e fez com que ele se esforçasse tanto para que a previsão deles não acontecesse?

 

O próprio Shul’han Aru’h na continuação nos conta que quando acontece de já sabermos que o “Mazal” não é bom em uma certa coisa (como na história de Rabi Na’hman bar Itzhak) temos que levar isso em conta e nos proteger, e não confiar em um milagre.

 

Mas o que é proibido fazer é o ato de nós próprios verificarmos.

 

Ou seja, se os astrólogos da Babilônia verificaram isso para ela sem que ela tivesse pedido, mesmo que ela, por motivos religiosos judaicos não pediu para eles verificarem, quando a coisa já está verificada temos que fazer o que precisamos para nos proteger e não esperar por um milagre

 

Conclusão: não tenha vergonha de andar na rua com a kipá. Pode ser um boné também sendo que nossos Sábios pediram para cobrirmos a cabeça, e para isso qualquer coisa serve!

Leitura de mãos de acordo com a Torá

 

Os livros de Kabalá trazem assuntos como leitura de mãos. Aparentemente o fato de esse assunto estar escrito nos livros de Kabalá mostra que isso não entra nessa proibição

 

Mas o Rebe de Lubavitch nos ensinou que isso é permitido somente quando alguém tem esse recebimento de Kabalá prática de mestre para aluno desde a época da escrita daqueles primeiros livros de Kabala, e hoje não existem mais pessoas que tem esse recebimento direto.

 

E sendo que nesse caso não adianta estudar diretamente dos livros, a leitura de mãos atualmente é inválida.

 

Conclusão: Pare de ler o horóscopo e acrescente na fé em Hashem (D’us), você só tem a ganhar!

 

Rabino Gloiber
Sempre correndo
Mas sempre rezando por você

 

Ketivá Ve’Hatimá Tová Leshaná Tová Umetuká

 

 

Os juízes e guardas do nosso corpo

Nossa Parashá diz que devemos colocar juízes e guardas em todos os nossos portões.

 

O Rav Haim Vital que foi o principal aluno do Ari HaKadosh nos conta que a palavra portões aparece aqui no plural para nos indicar uma coisa mais profunda:

 

Os portões do nosso corpo!

 

1- o portão da visão, que são nossos olhos:

 

Não olhar para coisas que a Torá, nosso referencial do que é luz e o que é escuridão, recomenda não olharmos, principalmente hoje na era do internet !

 

2- o portão da audição que são nossos ouvidos:

 

Não dar ouvidos a coisas inadequadas como ouvir leshon hará, ouvir alguém falando mal das pessoas (principalmente hoje, na era da informação).

 

3- o portão da fala que é a nossa boca:não falar coisas feias e nem “leva e traz”, falar “leshon hará” (principalmente hoje na nossa era do Facebook)

 

4- o portão do olfato que é o nosso nariz:

 

Não cheirar o perfume da pessoa proibida à você (bons e velhos tempos quando não havia poluição e nem rinite alérgica)

 

5- o portão do tato, do contato físico, que são nossas mãos e pés:

 

Não tocar a pessoa proibida (fácil), não ir à um lugar inadequado que pode nos despertar desejos proibidos (principalmente na era do entretenimento)

 

Quando protegemos nossos “portões” das coisas ruins recebemos um enorme presente de Hashem, como diz o profeta Yashaiahu :

 

-“Abram os portões e entre o povo sagrado …”Quando fechamos os nossos “portões” para as coisas ruins os portões celestiais se abrem para nós e ganhamos no paraíso futuro 310 mundos paradisíacos no qual cada mundo tem um portão que se abre para nós.

 

Continua o rav Haim Vital que daqui para o paraíso celestial existem muitos tipos de “anjos” que tentam nos impedir de chegar lá, também os sete céus tem muitos e muitos portões com muitos guardas celestiais em cada portão e portão

 

Depois dos 120 quando a nossa Neshamá deixa esse mundo

 

(e infelizmente hoje em dia os 120 estão ficando modo de falar sendo que a média de vida em qualquer país do mundo é entre 70 e 80)

 

Chegamos no mundo de cima e esses anjos nos verificam.

 

Se tivermos mérito, eles abrem os portões e nos deixam entrar.

 

Se não tivermos, eles nos empurram para fora e trancam os portões na nossa frente não nos deixando entrar.

 

Por isso devemos ter a sabedoria de demarcar nossos limites e proteger nossos “portões”.

 

Quando nos conscientizamos disso durante a nossa vida nesse mundo teremos o mérito de todos os portões celestiais serem abertos para nós no mundo vindouro

Ketivá Ve’Hatimá Tová Leshaná Tová Umetuká

Rabino Gloiber
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Hashem (D’us) é a essência do bem. Porque a Torá usa uma linguagem tão dura?

Shoftim

 

Frequentemente nos perguntam:

 

Sendo D’us a essência do bem e a natureza de quem é bom é fazer o bem, e toda a intenção Divina é sempre a de nos ajudar de todas as formas possíveis e imagináveis

 

mesmo que às vezes para o nosso bem essa ajuda se compara à uma mãe boa e generosa, mas obrigada a trocar a fralda da criança contra a vontade da própria criança que preferiria continuar com a fralda “cheia” sem estar consciente do que isso poderia causar para ela…

 

E sendo Moshe Rabeinu o mais humilde de todos os homens que já existiram sobre a face da terra, o líder que não pensa no próprio bem mas só no bem do povo

 

Como pode ser a linguagem da Torá as vezes tão ameaçadora dando uma impressão de D’us e de Moshe totalmente contrária do que vimos anteriormente, dando margem à erros de avaliação de achar que D’us é cruel, o que é o contrário da essência Divina?

 

E a resposta para isso está na nossa Parashá, que diz:

 

“…e todo o povo vai escutar e ver, e não vão fazer o mal novamente”

 

Ou seja, a Torá faz uma enorme propaganda da gravidade de certos assuntos para que o povo fique longe das coisas erradas.

 

Contudo, essa linguagem preventiva não deve nos dar a impressão de D’us como alguém autoritário e rancoroso ou de Moshe como um líder severo

 

mas a cada instante devemos nos lembrar de que D’us é a essência do bem e a natureza de quem é bom é fazer o bem, e toda a intenção Divina é sempre a de nos ajudar de todas as formas possíveis e imagináveis

 

e Moshe sempre foi e sempre será o mais humilde de todos os homens, o líder bondoso, sempre pensando no bem de todos nós

 

É importante sempre nos lembrarmos disso e também repassarmos para as crianças o conceito certo desde o começo para não causar um trauma para às nossas crianças de terem uma idéia errada do que é D’us e de quem é Moshe

 

Rabino Gloiber

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Elul

Elul

Segundo o Sêfer Yetzirah, cada mês do ano judaico tem uma letra do alfabeto hebraico, um signo do Zodíaco, uma das doze tribos de Israel, um sentido e um membro controlador do corpo que correspondem a ele.

Elul é o sexto mês do calendário judaico

Em Elul nos preparamos para a chegada dos Grandes Dias festivos, tocando o shofar todas as manhãs, tendo nossas mezuzot e nossos tefilin examinados para ter certeza de que ainda estão adequados, tendo mais cuidado com a Kashrut e falando seli’hot especiais à medida que se aproxima o final do mês.

Por que fazemos tudo isso no mês de Elul? Não podemos esperar até mais próximo de Rosh Hashaná e Yom Kipur?

De qualquer forma, a maioria de nós “trabalha” melhor sob pressão!

Estas questões podem ser explicadas por uma linda parábola:

Uma vez por ano, um rei muito poderoso deixa seu palácio, seus guardas, seu luxo e vai até o campo para encontrar seus súditos.

No campo, as pessoas podem perguntar o que quiserem ao rei. Não precisam esperar em longas filas, passar por revistas de segurança, ser anunciados com cerimônia. Podem falar com ele sem hesitação.

Mas quando o Rei volta  para o seu palácio, os súditos terão novamente que passar por todos os tipos de protocolo para encontrá-lo. Portanto, obviamente, seus súditos aproveitam essa oportunidade ao máximo.

Elul é chamado “mês do arrependimento”, “da bondade” e “das desculpas”. Elul segue os dois meses anteriores de Tamuz e Av, os meses das duas grandes transgressões de Israel, o bezerro de ouro e o caso dos espiões.

As quatro letras do nome Elul são um acrônimo para as letras iniciais da frase em Shir Hashirim (6:3): “Sou do meu amado e meu amado é meu.”

“Sou do meu amado” em desejo determinado de retornar à raiz de minha Alma em Hashem (D’us). “E meu amado é meu” com expressão Divina de bondade e desculpas.

Este é o mês que “o Rei está no campo”. Todos podem aproximar-se d’Ele, e Seu semblante reluz para todos.

Elul é o mês de preparação para os grandes Dias Festivos de Tishrei. Foi neste mês que Moshê subiu ao Monte Sinai pela terceira vez por um período de quarenta dias, de Rosh Hodesh Elul a Yom Kipur, quando ele desceu com as segundas “Lu’hot”. Nestes dias Hashem (D’us) revelou sua grande bondade ao nosso povo.

Na guematria, Elul equivale a 13, aludindo aos 13 princípios da bondade Divina que são revelados no mês de Elul.

Letra: Yud

O yud é a primeira letra do tetragrama, o Nome essencial de Hashem (D’us), esse nome é conhecido como Shem Havayah, o Nome de Hashem vinculado a bondade.

É também a letra final do Nome Adnut, o Nome que encerra o Nome Havayah para revelar e expressá-lo ao mundo. Assim, o yud é o início da essência da Divina bondade, Havayah, e o yud é o fim da manifestação da Divina bondade, Adnut.

Toda forma criada começa com um “ponto” essencial, de energia e força de vida, o ponto da letra yud. O fim do processo criativo é também um “ponto” de consumação e satisfação, um yud. “No princípio D’us criou…” é o ponto inicial; “e D’us concluiu no sétimo dia…” é o ponto final.

A palavra yud significa “mão”. Nossos Sábios interpretam o versículo: “Até Minha mão fundou a terra, e Minha mão direita desenvolveu os céus” – que D’us estendeu Sua mão direita para criar os céus e estendeu Sua mão esquerda para criar a terra.” A mão direita é o ponto de início; a mão esquerda é o ponto do final.

No versículo acima citado, a mão esquerda (à qual se refere como “Minha mão” sem qualquer designação definida de esquerda ou direita) aparece antes da mão direita. Isso combina com a opinião de Hillel de que “a terra precedeu [os céus].” A terra representa a consumação da Criação – “o fim da ação vem primeiro no pensamento”.

O yud de Elul é, especificamente, a mão esquerda, o controlador do sentido do mês, o sentido da ação e retificação. Este é o ponto final da Criação atingindo seu supremo objetivo e fim, o yud de Adnut refletindo-se perfeitamente na realidade criada, o yud de Havayah.

Continua…

Reê

 

Será que a nossa Alma está no sangue?

 

Nossa Parashá nos conta que o sangue é a alma.

 

No princípio, quando Hashem (D’us) criou o homem, está escrito que Hashem (D’us) “soprou” nele uma Alma, e não que o sangue é a alma.

 

Então, que alma é essa que está no sangue que não é a Alma que “D’us soprou”?

 

Daqui vemos claramente que essas duas linguagens se referem à duas almas diferentes.

 

Duas categorias de Alma:

 

1- A alma animal

 

Diz o Zohar, clássico da Kabala de quase 2000 anos atrás, que primeira alma a entrar no corpo é chamada de alma animal e está vinculada ao sangue, e por isso está escrito que o sangue é a alma e sobre ela a nossa Parashá está falando.

 

Mesmo essa alma animal estando revestida no corpo inteiro, a principal revelação dela é no lado esquerdo do coração que bomba o sangue oxigenado para todo o corpo e por isso a Parashá usa essa expressão de que o sangue é a alma.

 

Sendo que ela é uma alma espiritual, podemos fazer transfusões de sangue e transplante de coração e ela continua no nosso corpo.

 

A Guemará nos conta que no momento em que uma mãe engravida, é colocada nessa gravidez uma alma.

 

Esse óvulo que vai se desenvolver recebe uma alma animal do nível deste mundo onde o bem e o mal estão misturados, o que o Zohar chama de “Klipat noga”.

 

Ou até uma alma de um nível mais baixo que o Zohar chama de “três klipot tmeot”.

 

Sem ela nosso corpo não teria como crescer e se desenvolver.

 

2- A Alma Divina

 

Um dos princípios da fé judaica é que Hashem (D’us) não se compara à matéria.

 

O Zohar explica que quando Hashem (D’us) criou o homem à sua imagem e semelhança, a intenção é sobre a revelação Divina como ela acontece nas dez sefirot e não imagem e semelhança material.

 

Toda linguagem na Torá indica um assunto espiritual . Quando Hashem (D’us) colocou essa alma no primeiro homem é usada a linguagem “soprou”.

 

Diz o Zohar que essa linguagem é representativa, quem sopra, sopra o que tem dentro de si.

 

Por isso não está escrito que Hashem (D’us) colocou no homem a Alma mas que Hashem (D’us) soprou nele a Alma.

 

A linguagem “soprou” é usada pela Torá para nos indicar o nível daquela Alma, querendo dizer que como o sopro é algo que sai de dentro da pessoa, assim também aquela Alma saiu de dentro da essência Divina e é chamada de “uma parte de D’us”.

 

Ela está vinculada à nós de forma envolvente desde que somos gerados, mas só assume nosso corpo quando fazemos treze anos, ou no caso das meninas doze anos.

 

Essa Alma também é dada à quem faz uma conversão ao judaísmo.

 

Ou seja, ela já estava vinculada à essa pessoa desde que foi gerado e isso foi o que causou para aquela pessoa querer se converter, por isso está escrito “guer shemitgaier”.

 

Ou seja, convertido que se converte e não “goi shemitgaier”.

 

Essa segunda Ama se chama Neshamá. Ela se reveste na alma animal para poder interagir com o corpo sendo que ela é de uma fonte tão elevada que não tem como se revestir diretamente no corpo como a alma animal.

 

A principal revelação dela no nosso corpo é no nosso cérebro, e sendo que por natureza a razão domina o sentimento, o cérebro domina o coração.

 

O objetivo dela nesse mundo é dominar a alma animal que se revela no coração e fazer dela uma plataforma para o trabalho Divino.

 

Essa Alma Divina é você!

 

Você que desceu do céu para vencer uma corrida de obstáculos à qual chamamos de vida, e vai ganhar por próprio mérito um “baixo paraíso” no qual uma hora eqüivale a setenta anos dos maiores prazeres nesse mundo, ou um alto paraíso onde uma hora eqüivale a setenta anos no baixo paraíso, como prêmio por ter feito o trabalho Divino, meta dessa “corrida de obstáculos”.

 

A Neshamá é pura e linda, cada ano que passa ela fica mais refinada e reluzente por meio do cumprimento dos 613 mandamentos Divinos.

 

Poderíamos dizer como por exemplo que cada ano que passa, enquanto o corpo que é a roupa da nossa Alma fica mais cada vez mais velho, a Neshamá, nossa Alma Divina, fica cada vez “mais jovem”.

 

Ficamos cada vez mais jovens e com uma roupa, ou seja, nosso corpo, cada vez mais cada vez mais velha.

 

Chega uma hora que somos obrigados a trocar de roupa para poder continuar o nosso trabalho Divino.

 

Transmigrações da Alma

 

Nossa Neshamá se reencarna quantas vezes for necessário até cumprir todos os 613 mandamentos Divinos.

 

Povo escolhido

 

O povo de Israel é chamado de “O povo escolhido”.

 

Quem participou desse concurso Divino para ser escolhido?

 

Nossa Neshamá não poderia ter participado sendo que ela é diferente das almas dos povos do mundo.

 

Quem se parece com os povos do mundo?

 

Nosso corpo!

 

Ele foi escolhido !

 

O que ele ganhou com essa escolha? Ele ganhou santidade!

 

Quando cumprimos um Mandamento Divino ele recebe santidade! Nosso corpo se torna mais sagrado e refinado.

 

No futuro, quando ressuscitarmos, ele vai reluzir mais do que a Neshamá.

 

Essa Kedushá é a diferença causada por termos sido escolhidos.

 

Conclusão:

 

Agora nossa Neshamá faz nossa alma animal e nosso corpo cumprirem os mandamentos Divinos trazendo para eles Kedushá.

 

Na ressurreição essa kedushá se revela, nosso corpo ressuscita jovem, lindo e reluzente, e nosso mundo material se tornará um paraíso muito maior do que o alto paraíso.

 

Tudo isso no mérito da Torá e das Mitzvót que estamos cumprindo agora!

 

Então, vamos aproveitar essa oportunidade, estudar mais Torá e fazer mais Mitzvot!

 

Vamos pedir para Hashem mandar rápido o Mashia’h para cumprirmos todas as Mitzvót que ainda precisamos cumprir e podermos terminar todo esse nosso trabalho Divino com muita alegria!

 

Rabino Gloiber
Sempre correndo
Mas sempre rezando por você

 

www.RabinoGloiber.com

 

Mensagem da Parashá

Ekev

Ekev

 

Na nossa Parashá está escrito:

 

וְאָכַלְתָּ וְשָׂבָעְתָּ וּבֵרַכְתָּ אֶת ה׳ אֱלֹקיךָ

 

Vea’halta Vessavata Uvera’hta et Hashem Elokei’ha”

 

Você vai comer até se satisfazer e depois disso você vai abençoar Hashem seu D’us.

 

Nosso primeiro patriarca, Avraham Avinu, costumava hospedar os viajantes em sua tenda, que pela descrição dos nossos Sábios teria o tamanho de pelo menos um quarteirão.

 

Essa enorme tenda tinha uma entrada em cada lado nos seus quatro lados, para facilitar o acesso à ela.

 

Na tenda de Avraham os hóspedes comiam e bebiam do bom e do melhor, e depois de terem comido e bebido, Avraham pedia à eles que agradecessem à Hashem (D’us) que “a Ele pertence a Terra e tudo o que ela contém”.

 

A terra pertence a Hashem (D’us) ou foi dada para nós?

 

A Guemará questiona o fato de dois versiculos do Tehilim aparentemente se contradizerem.

 

Um versículo (Tehilim 24/1) diz :

 

לה’ הָאָ֣רֶץ וּמְלוֹאָ֑הּ תֵּ֝בֵ֗ל וְיֹ֣שְׁבֵי בָֽהּ

 

LaHashem Haaretz Umloá, tevel veyoshvei ba

 

à Hashem pertence a Terra e tudo o que ela contém.

 

E o outro  versículo (Tehilim 115/16) diz:

 

 הַשָּׁמַיִם שָׁמַיִם לַה’ וְהָאָרֶץ נָתַן לִבְנֵי-אָדָם

 

Hashamaim, shamaim laHashem Vehaaretz Natan Livnei Adam:

 

Os céus, os céus são de Hashem (D’us) E a terra é a terra ele deu aos seres humanos.

 

E a própria Guemará responde:

 

O primeiro versículo está falando que a terra é de Hashem porque ainda não fizemos a Bra’há.

 

O segundo versículo que diz que a terra foi dada para nós está se tratando de quando já fizemos a Bra’há sobre o alimento.

 

Portanto, antes de fazer a Bra’há tudo pertence à Hashem,

 

E depois de falarmos a Bra’há aquilo que era de Hashem para a ser nosso.

 

Nossos Sábios nos ensinaram que aquele que tem proveito deste mundo sem falar uma Bra’há é como se estivesse roubando Hashem (D’us)  e o povo de Israel.

 

Daqui vemos a importância de uma Brahá e o poder que ela tem de trazer a  abundância do mundo de cima aqui para o nosso mundo.

 

Portanto se não a falamos a Brahá, impedimos a entrada da fartura que viria ao mundo e beneficiaria a nosso povo.

 

Então vamos caprichar nas Bra’hot, só temos a ganhar !

 

 

Rabino Gloiber

Sempre correndo

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www.RabinoGloiber.org

 

 

 

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Mensagem da Parashá

A Mitzvá da Tefilá

Tefilá ❤️ As nossas rezas de cada dia
https://youtu.be/01nrpjXDOLU

 

 

A Mitzvá da Tefilá

 

De acordo com a Torá, a Mitzvá da Tefilá consiste em pedir para Hashem o que você precisa na hora que você precisa. Por exemplo: em uma hora de perigo, um dos 613 mandamentos da Torá é de rezar e pedir para Hashem nos salvar do perigo, e isso é um dos princípios da nossa fé.

 

O motivo desse princípio é de que por meio disso a pessoa vai saber, entender, e também se conscientizar de que Hashem sozinho dirige o mundo e toma conta de cada detalhe de cada uma das criaturas, e que somente Hashem tem a possibilidade de nos salvar, como escreveu o Rambam no quinto dos treze princípios da fé Judaica.

 

O fato de cada um de nós ser obrigado a cumprir o mandamento Divino da Tefilá por meio de pedir para Hashem o que precisamos na hora que precisamos, nos mostra que a Mitzvá da Tefilá não é direcionada especificamente à pessoas próximas de Hashem como Tzadikim mas sim à cada um de nós.

 

Quando precisamos de alguma coisa é uma Mitzvat Assé, Mandamento “Faça”, fazer nossos pedidos para Hashem. Por esse motivo, mesmo estando as mulheres liberadas de cumprir os mandamentos “faça” que tem um tempo determinado, as mulheres também são obrigadas a rezar, sendo que pela Torá o mandamento da reza não tem um tempo determinado.

 

Às vezes nosso pedido será aceito e nosso desejo realizado, e às vezes, para nosso próprio benefício material ou espiritual, nosso pedido não é aceito, mas como vimos anteriormente nunca podemos pensar isso na hora do pedido.

 

Isso se compara a alguém que manda seu pedido a um rei. Qualquer pessoa pode mandar para o rei um pedido, e mesmo sendo a pessoa mais distante dele, pode ser que o rei vai atender à seus pedidos porque condiz à natureza boa e piedosa do rei atender especificamente aos mais humildes e etc…

 

O fato de a pessoa estar mais próxima ou mais distante do rei só vai fazer diferença em relação à pedidos sobre assuntos públicos e de grande importância para o povo, mas em assuntos de necessidades particulares não faz diferença se a pessoa está mais próxima ou mais distante.

 

Dessa mesma maneira Hashem se relaciona às rezas que rezamos e aos pedidos que fazemos para Ele porque explicitamente Ele atende às rezas de cada pessoa e esse é o mandamento da reza pela Torá.

 

Nossos Profetas e Sábios no exílio da Babilônia viram que estávamos esquecendo o que precisamos e diminuindo a frequência em que deveríamos pedir, e fizeram para nós a Tefilá de 18 Brachot conhecida como “Shmone Esrei” ou Amidá como hoje se encontra no Sidur.

 

Os Sábios da Mishná conhecidos como Tanaim e os Sábios da Guemará conhecidos como Amoraim acrescentaram mais algumas rezas, seguidos pelos Sábios das gerações posteriores, até chegarmos ao Sidur que temos hoje.

 

Conclusão: Capriche nas rezas e não economize nos seus pedidos, você só tem a ganhar!

 

 

Rabino Gloiber

Sempre correndo

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Mensagem da Parashá

Rezando por uma coisa e recebendo outra. Mas muito melhor

 

 

Rezando por uma coisa e recebendo outra melhor

 

Na nossa Parashá, Moshe Rabeinu conta que rezou 515 vezes pelo mesmo motivo, entrar na terra prometida!

 

Moshe pertencia à tribo de Levi que não iria receber uma parte da Terra Santa como as outras tribos, porque eles precisariam ter todo seu tempo livre para estudar Torá e assim poder ensinar a Torá à todo o nosso povo.

 

Portanto, o único motivo pelo qual Moshe Rabeinu queria tanto entrar na Terra Santa era para cumprir os Mandamentos Divinos que dependem dela, Mandamentos que podem ser cumpridos somente na terra de Israel.

 

Depois de ter feito 515 rezas pedindo isso, Hashem pede para ele não rezar mais sobre esse assunto e diz que ele não vai receber isso, mas sim algo muito melhor do que isso.

 

Diz o Ari Zal que Moshe se reencarna como Mashia’h e a geração dele como geração Gueulá. Diz o Rebe que essa geração é a nossa!

 

Pelo fato de Moshe ter concordado em parar de rezar para entrar na Terra Santa, vemos que com certeza o fato de ele se reencarnar como Mashia’h e a sua “geração do conhecimento” como “geração da Gueulá” foi realmente mais importante para ele do que entrar naquela época na terra de Israel e ele sozinho alcançar os maiores níveis espirituais, mas deixando sua geração para trás, Moshe não faria isso.

 

Às vezes nós rezamos e pedimos muitas e muitas vezes para Hashem nos dar algo, e no final não recebemos.

 

Nessa hora devemos nos lembrar que Hashem é a essência do bem e a natureza do bem é fazer o bem, e o amor que Hashem tem por cada um de nós é infinitamente maior do que o amor que temos pelos nossos próprios filhos

 

Sendo assim, se Hashem não nos deu o que pedimos, com certeza muito melhor do que isso Ele tem guardado para nós.

 

Rabino Gloiber
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Emuná e Bita'hon Mensagem da Parashá

Como rezar para sermos atendidos

 

Vaet’hanan

 

Na nossa Parashá, Moshe conta ao nosso povo que “rezou para Hashem (D’us) naquela hora” e usa a palavra Vaet’hanan se referindo à reza.

 

Rashi diz que a raiz da palavra Vaet’hanan é usada em todas as escrituras no sentido de pedir um presente sem precisar dar nada em troca, e explica:

 

Mesmo podendo os Tzadikim justificarem o atendimento de seus pedidos como merecimento à suas boas ações, mesmo assim, por humildade pedem para que Hashem atenda à seus pedidos sem olhar para seus méritos, pedem para que Hashem atenda à seus pedido de graça e não como pagamento pelas suas boas ações.

 

A primeira coisa que aprendemos aqui é a de não pensarmos nos nossos méritos na hora de rezarmos e fazermos nossos pedidos, porque o atendimento aos nossos pedidos é um presente que Hashem nos dá simplesmente pelo fato de termos pedido.

 

Diz o Midrash Rabá que o valor numérico da palavra Vaet’hanan é de 515 nos indicando o número de vezes que Moshe rezou por aquele mesmo motivo, fazendo aquele mesmo pedido novamente.

 

Daqui aprendemos que devemos pedir pedir e pedir, e se até Moshe Rabeinu que era o maior dos profetas pediu tantas vezes, quanto mais nós.

 

Quando estamos rezando precisamos ter segurança de que vamos ser atendidos e nunca devemos imaginar no meio da reza que talvez não sejamos atendidos. Isso porque a falta de fé enfraquece o efeito da reza.

 

Por isso, na hora que fazemos um pedido para Hashem (D’us) devemos acreditar com fé perfeita que nosso pedido vai ser atendido.

 

Mas caso aconteça de você não receber o que está pedindo no momento, saiba que quando isso acontece é sempre por motivos que são para o nosso bem. Bem revelado ou bem oculto.

 

E mesmo nesse caso, nossas rezas que aparentemente não serviram para o que queríamos, são automaticamente direcionadas para algo mais importante que muitas vezes nem sabíamos que estávamos precisando tanto daquilo.

 

Rabino Gloiber
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