Pensando no Futuro

 

Pense no futuro, veja o que você poderia estar ganhando. D’us tem o poder de te dar coisas maravilhosas que são os tempos do Mashia’h e o próximo mundo, faça o certo e você só tem a ganhar!

 

Um dos 13 princípios da fé judaica é que Mashia’h vai chegar

 

Esse princípio consiste em que no fim do “Galut”, no final do nosso exílio entre os povos do mundo Mashia’h vai chegar

 

A era do Mashia’h é uma época maravilhosa, uma época de fartura

 

Uma época sem crises, sem guerras, sem doenças, sem acidentes, um mundo bom em que todos vamos estar felizes

 

A Mele’h a Mashia’h

 

Diz o Rambam que o Mashia’h é um descendente direto, filho após filho, do rei David e que se iguala ao rei David no estudo da Torá e no cumprimento das Mitzvot.

 

Ele vai construir o Beit a Mikdash, nosso Templo Sagrado de Jerusalém, no lugar sagrado onde hoje se encontra o Kotel que é o muro ocidental do “Monte do Templo”.

 

Ele vence as guerras de AShem e depois traz todos os judeus, incluindo as dez tribos perdidas, de volta para a terra de Israel.

 

Fazendo isso ele se torna o Mashia’h que em hebraico quer dizer simplesmente o “Rei Ungido”, sendo que ele é um descendente direto do rei David que foi ungido pelo profeta Shmuel ele herda a unção do rei David automaticamente e não precisa de uma segunda unção para ser o rei de Israel.

 

Daqui aprendemos que a solução para o nosso exílio não é um presidente eleito e nem um primeiro ministro, mas sim o Mashia’h

 

A Guemará em Sanedrin nos conta que os alunos dos grandes Sábios que estavam dentro desse critério, ou seja, que eram descendentes do rei David e eram grandes como ele no estudo da Torá e no cumprimento das Mitzvot, diziam que o Rebe (mestre em hebraico) deles era o Mashia’h.

 

Com isso queriam dizer que, caso acontecesse a Gueulá naquela época, o candidato mais adequado para ser o Mashia’h seria aquele Sábio.

 

Dessa mesma maneira, na nossa geração o Rebe de Lubavitch foi apontado por muitos como candidato dentro desses critérios dos antigos Sábios da Guemará e por esse motivo isso não foi visto como uma transgressão à Halachá, à lei judaica.

 

Quando acontecer a Gueulá e o Beit a Mikdash for reconstruído em Jerusalém incluindo a parte principal que desce pronta do céu, o povo de Israel trazido para a Terra Santa incluindo as dez tribos, o candidato a Mashia’h se torna o Mashia’h na prática.

 

Antes disso, os alunos do Rabi Hanina ou os alunos do Rabi Inon na Guemará puderam dizer que o Rebe deles era o Mashiach, dentro dessa intenção.

 

A Guemará em Sanhedrin também nos conta que o fato de o Mashia’h ser dos vivos ou dos mortos não é relevante nesse caso contanto que ele venha a construir o Beit a Mikdash, vença as guerras de AShem e traga o nosso povo de volta para a terra prometida passando depois junto com todo o povo de Israel para a etapa em que a vida será eterna, o próximo mundo

 

Os romanos antigos copiaram também esse aspecto da religião judaica e aplicaram ele inadequadamente à alguém que não era um descendente do rei David, não cumpriu a Torá e as Mitzvot, e que na época dele o Beit a Mikdash foi destruído, as guerras perdidas e o povo se espalhou para fora de Israel, sinais contrários à vinda do Mashia’h e não tendo qualquer relação ou comparação com o princípio judaico da vinda do Mashia’h e com o fato de os alunos dos Sábios de Israel dizerem que o Rebe deles era o Mashia’h.

 

A Guemará no tratado de Rosh a Shaná nos conta que Rabi Eliezer diz que no mês de Nissan aconteceu a Gueulá dos nossos ancestrais que saíram do Egito e em Tishrei será a Gueulá futura.

 

Sendo que a festa de Sucot foi dada pela Torá em comemoração à Gueulá do Egito, e como diz a Meguilá: “Esses dias são lembrados e acontecem”, esses dias de Sucot são uma hora propícia para a Gueulá! O mesmo acontece em relação à festa de Pessa’h

 

Então, vamos pedir para

AShem trazer a Gueulá Só temos a ganhar!